Sou contra toda forma de convenções e protocolos. Discordo da opinião alheia em muitas vezes, apenas porque me apraz a indignação de quem as proferem.
Não sou dado a regras e nem consigo ser complacente com quem se serve de falsa ignorância para destilar seu preconceito e apatia.
Sou prático.
Recuso-me assumir o compromisso de não chorar a perda de alguém querido embora me comprometo a despir me do figurino de hipocrisia vestido por aqueles cujo desejo é se destacar no teatro dramalhão do fingimento.
Não desejarei boas-venturanças àqueles que em seu intimo, atua semeando para sevar a desolação.
Também não desejo atroz àqueles em que no auge de seus equívocos, certamente revelar-se-ão a si mesmos o próprio caos.
Não esperem de mim juras de amor só porque estão ou estiveram ao me lado, nem tampouco por terem se deleitado incontáveis vezes em meu corpo ou mesmo que o façam primeiro, mas aguardarei quando me devolverem o que de bom grado lhes ofertei tal qual respeito, transparência e empatia.
Não tentem desvendar minha personalidade se eu não lhes der abertura, outro sim, mergulhar-se-ão em um posso de confusão e incoerência, pois suas mentes jamais alcançaram a minha.
Não me desafie afinal para mim uma peleja é como um prato cujo sabor de conquista deve ser acompanhado por uma entrada de vingança e finalizado com um cálice de sangue frio.
Queiram!
Sejam!
Tenham!
Saibam!
Mas não queiram que sejam o que sou ou tenham o que tenho, caso contrario, mesmo o que os são não serão mais, é bom que saibam!
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